A reconstrução
O grande hiato provocado pelos 10 anos a que nos referimos, somado a problemas de ordem ideológica, visão ou modelo de Igreja, atualização ou inculturação nos processos sócio-históricos, entre outros, nos têm obrigado agora a um acompanhamento mais sistemático dos quadros de lideranças, priorizando a formação permanente, que reintegre e insira as CEBs na atual conjuntura marcada pela modernidade e pós-modernidade, num ambiente prevalentemente urbano, afim de que possam responder aos reais e grandes desafios exigidos pela sociedade contemporânea.
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